domingo, 11 de setembro de 2011
11 de setembro... O começo do fim
Foi há dez anos atrás... Um dia como outro qualquer até aquele momento, um dia que mudaria para sempre nossas vidas. Como esquecer? Eu estava trabalhando, como muitos daqueles que morreram na tragédia mas, mesmo a milhares de kilômetros de distância, senti em meu coração, como todo o mundo sentiu, o impacto das torres gêmeas desabando.
Hoje, ao ler a Meditação Momentos de Graça, da CPB, escrita pelo Pastor José Maria Barbosa Silva, encontrei as palavras de Max Lucado a respeito daquele dia e senti vontade de reproduzi-las aqui para que você pudesse ter a chance de lê-las também.
Max Lucado, a respeito daquele trágico dia, escreveu:
“Querido Senhor, ainda estamos esperando para acordar. Ainda estamos esperando abrir os olhos adormecidos e pensar: que sonho horrível. Mas não acordaremos, não é, Pai? O que vimos não foi um sonho... Chamas consumindo nossas fortalezas, pessoas morrendo. Não foi um sonho e, querido Pai, nós estamos tristes.
“Há um bailarino que não mais vai dançar e um médico que não mais vai curar. Uma igreja perdeu seu pastor, uma classe sem seu professor...
“Assim vimos a Ti. Não pedimos Tua ajuda. Nós a imploramos. Sabemos aquilo que Tu podes fazer. Conhecemos as histórias e agora pedimos: Faze-o de novo, Senhor.
“Lembras-Te de José? Tu o resgataste de um poço. Tu podes fazer o mesmo por nós. Faze-o de novo, Senhor. Lembras-Te do povo hebreu no Egito? Protegeste Teus filhos do anjo da morte. Nós também temos filhos, Senhor! E Sara? Lembra de suas orações? Tu as escutaste. Josué? Lembras-Te de suas lágrimas? Tu as inspiraste. As mulheres no sepulcro? Ressuscitaste a esperança delas. As dúvidas de Tomé? Tu as tiraste. Faze-o de novo, Senhor.
“Acima de tudo, faze de novo o que fizeste no Calvário. O que vimos naquela terça-feira, Tu viste ali naquela sexta-feira. A inocência sendo esmagada. A bondade sendo assassinada. Mães chorando. O mal dançando. Como as cinzas caíram sobre nossos filhos, as trevas caíram sobre Teu filho. Mas isso não Te abalou, Senhor!
“Depois de Teu Filho ter permanecido três dias numa tumba escura, Tu moveste a pedra e sacudiste a terra, e tornaste a sexta-feira mais escura no domingo mais brilhante. Faze-o de novo, Senhor! Dá-nos um setembro da Páscoa.
“Agradecemos-Te, querido Pai, por essas horas de unidade. Cercas religiosas caíram... A cor da pele foi coberta com a cinza dos edifícios queimados. Concede àqueles que nos dirigem sabedoria além dos seus anos e experiência. Dá-nos graça para perdoar, e fé para que possamos crer. Faze-o de novo, Senhor!”
Dez anos já se foram desde aquele dia e mais de dois mil anos desde que Jesus disse as palavras que podemos ler na Bíblia, em Lucas 21, versículos 25 em diante:
"E haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Os homens desfalecerão de terror, e pela expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto os poderes do céu serão abalados.
"Então verão vir o Filho do homem em uma nuvem, com poder e grande glória.
"Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção se aproxima."
Jesus está voltando. Gosto de pensar que 11 de setembro foi o começo do fim. O grande dia, em que veremos face a face o Rei dos Reis, se aproxima... Ele prometeu e virá nos buscar, pense nisso!
Para ler outras Meditações Diárias, segue o link:
Momentos de Graça.
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